Há muito ouvimos que a nossa água pode acabar, que podemos ficar sem energia, que o nosso lixo não terá mais um local de destino...e nada foi feito enquanto estes problemas não começaram a alterar a nossa realidade.
Bom, antes tarde do que nunca! Em países desenvolvidos como a França, a queima do lixo doméstico gera energia capaz de sustentar grandes cidades. Isto é possível devido a incineradores que utilizam o mesmo princípio de funcionamento de uma usina termoelétrica, queimando um combustível fóssil para gerar energia. No nosso caso, a diferença é que o combustível queimado não é carvão, nem óleo, nem gás, mas sim lixo. Isto mesmo, o nosso lixo!
Vimos em postagens anteriores que os aterros hoje utilizados estarão saturados em um futuro próximo, o que virou um grande problema para a administração pública da nossa cidade, também vimos que a cidade de São Paulo gera aproximadamente 15 mil toneladas de lixo por dia; essa quantidade de lixo seria o suficiente para gerar energia em 400 mil casas, abastecendo em média mais de 1 milhão de habitantes! Nossa! Mas porque isto não está sendo feito?
Simples assim: “falta dinheiro” para custear uma instalação deste porte e, é claro, vontade política...nosso velho e conhecido “problemão”. Além disto, sairiam no prejuízo as grandes empresas de limpeza urbana, que controlam o lixo desde a varrição até o depósito final. Quase uma “guerra”, no meio de tanta corrupção.
Se separarmos o lixo que tem bom potencial energético, com a segurança que terão o destino correto, poderemos comemorar a solução para um grande problema que já enfrentamos e que enfrentaremos em maior escala num futuro próximo, se nada for feito.
Isto será resolvido não só quando tivermos um governo menos corrupto, mas sim uma sociedade que mude seus hábitos e a sua consciência, além de apenas cobrar soluções!
Bom, antes tarde do que nunca! Em países desenvolvidos como a França, a queima do lixo doméstico gera energia capaz de sustentar grandes cidades. Isto é possível devido a incineradores que utilizam o mesmo princípio de funcionamento de uma usina termoelétrica, queimando um combustível fóssil para gerar energia. No nosso caso, a diferença é que o combustível queimado não é carvão, nem óleo, nem gás, mas sim lixo. Isto mesmo, o nosso lixo!
Vimos em postagens anteriores que os aterros hoje utilizados estarão saturados em um futuro próximo, o que virou um grande problema para a administração pública da nossa cidade, também vimos que a cidade de São Paulo gera aproximadamente 15 mil toneladas de lixo por dia; essa quantidade de lixo seria o suficiente para gerar energia em 400 mil casas, abastecendo em média mais de 1 milhão de habitantes! Nossa! Mas porque isto não está sendo feito?
Simples assim: “falta dinheiro” para custear uma instalação deste porte e, é claro, vontade política...nosso velho e conhecido “problemão”. Além disto, sairiam no prejuízo as grandes empresas de limpeza urbana, que controlam o lixo desde a varrição até o depósito final. Quase uma “guerra”, no meio de tanta corrupção.
Se separarmos o lixo que tem bom potencial energético, com a segurança que terão o destino correto, poderemos comemorar a solução para um grande problema que já enfrentamos e que enfrentaremos em maior escala num futuro próximo, se nada for feito.
Isto será resolvido não só quando tivermos um governo menos corrupto, mas sim uma sociedade que mude seus hábitos e a sua consciência, além de apenas cobrar soluções!